segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Na ponta do pincel

É comum que portadores de desordens neurológicas pratiquem algum tipo de arte. Qual a relação entre arte e autismo e como um pode ajudar o outro? Conheça iniciativas que ajudam a entender essa questão no Brasil e no exterior.
Por: Isabela Fraga
Publicado em 15/06/2010 | Atualizado em 16/06/2010
George Leavitt tem seis anos, é portador da síndrome de Asperger (uma doença do espectro do autismo) e odeia brincar de colorir. Mesmo segurar os lápis de cera é difícil para ele, que tem dificuldades motoras. Um dia, George disse à sua mãe, a pintora Elisa Leavitt, que queria “pintar umas maçãs”. Ela lhe deu o material e ele pintou o quadro acima.
Impressionante? Elisa também achou. “Antes, só o que eu tinha era uma coleção de rabiscos do George”, conta ela à CH On-line. Orgulhosa do filhote, Elisa emoldurou a pintura e pendurou na sala de jantar (leia um relato dela sobre como a pintura ajuda seu filho a se expressar).
No artigo de capa da CH de maio, buscamos desvendar os mecanismos neurológicos e biológicos do autismo, que infelizmente ainda são em grande parte desconhecidos pelos cientistas. (...) Continua: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2010/06/na-ponta-do-pincel/?searchterm=autismo

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