quarta-feira, 4 de julho de 2012

Proteína pode ser chave para novas terapias para a epilepsia



Proteína pode ser chave para novas terapias para a epilepsia

Foi descoberto que uma proteína já conhecida para proteger as células nervosas de danos causados ​​durante a insuficiência cardíaca ou um ataque de epilepsia, também desempenha uma outra função importante: regula a transferência de informação entre as células nervosas no cérebro.

A descoberta pode levar a novas terapias para tratar a epilepsia.

A equipe de pesquisa, liderado por Jeremy Henley e Mellor Jack, da Universidade de Bristol, no Reino Unido, verificaram que a proteína, chamada SUMO, crucialmente envolvida no controle de processos químicos que reduzem ou aumentam o grau de atividade de mecanismos de proteção para as células nervosas no cérebro.

Em cada nível de atividade cerebral, respostas de proteínas são gerados sutil, mas crucial para regular a quantidade de informação transmitida por kainato, cuja principal responsabilidade é a comunicação entre as células nervosas e sua ativação pode levar a convulsões e impróprios morte destas células.

Receptores de cainato são um grupo importante, mas um pouco misteriosa de proteínas bem conhecido por estar envolvido em uma família de doenças entre os quais estão incluídos epilepsia. No entanto, actualmente pouco se sabe sobre os detalhes do papel desempenhado pelos receptores de cainato.

Os resultados do estudo sugerem a existência de uma relação entre as proteínas do grupo de receptores de SUMO e cainato. Esta pista pode levar a um maior conhecimento sobre os processos utilizados pelas células nervosas para se proteger de um nível anormal e excessivo de actividade.

O trabalho realizado pela equipe de Henley e Mellor é importante porque oferece uma nova perspectiva e uma compreensão mais profunda de como ela regula o fluxo de informações entre as células cerebrais.

Os investigadores de Wisconsin descobriram também que aumentando a quantidade de SUMO-bound receptores de cainato (que tende a reduzir a comunicação entre as células) pode ser uma forma para tratar a epilepsia, impedindo sobre-excitação das células cerebrais.

 

Fonte:  Amazings equipe ® / NCYT


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